Forte vento de brisa leve

freedom

Em guerras os soldados usam fardas, nas escolas os alunos vestem uniformes e no dia-a-dia vestem máscaras. Pessoas de luzes vestem fantasias. Magia. Para entender basta uma pausa.

Quem é você?

Dentro de cada caixa, nomeada de forma codificada, vestida de maneira filtrada e delimitada, cada caixa tem um conteúdo. Sorte. Esse conteúdo não pode ser manipulado contra a vontade da caixa. Sim. A caixa tem vontades, por mais incrível que pareça.

Longe de casa, viajando, perto da rua, dentro de um quarto, armário. Liberdade forjada. Pseudo-sensações. Alguém, por favor, precisa começar e desembrulhar essas caixas!

Não.

Elas se desembrulham sozinhas.

Como?

Volte algumas (entre)linhas e leia sobre os conteúdos.

Tudo depende deles.

“Pense fora da caixinha”.

A verdade seria pensar para fora da caixinha. Transborde. Todo mundo pode.

 

 

 

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Sobre todas as vezes em que esqueceram o amor

hug

Tempo de renascimento decidiram marcar no calendário que é dezembro. Marcaram a data para amar, compartilhar, perdoar e celebrar. Celebram tudo, menos o amor. Celebram sozinhos, quase sempre. Celebram entre os mesmos, mas ninguém ama o diferente. O diferente que por sinal é igual.

As pessoas doam como se só nessa data fosse necessário. As pessoas adotam crianças e as devolvem, porque só nessa data o amor pode ser compartilhado. As pessoas desejam “saúde e paz” para o lixeiro, e passam o resto do ano sem olhar nos olhos dele.

As pessoas ainda não lembraram do amor.

Mas elas vão lembrar. Elas vão entender.

Há 2015 anos, quase 2016, agora, um homem jovem, revolucionário e considerado anarquista, chegou na Terra e tentou falar. Foi calado. Tentou amar, foi impedido. Tentou resgatar a vida, foi morto. Tentou deixar mensagens de amor, interpretaram do jeito que quiseram.

Hoje, falam desse homem e falam de amor, muitas vezes sem conhecer e entender o que está sendo dito.

Tudo bem, porque isso é perdoado. É perdoado porque o que rege o mundo é o amor.

Não sabia?

Sim, você sabe.

Dentro de todos nós vive o amor. E não é só em dezembro, deixe-me contar essa novidade. Você é amor o ano inteiro.

 

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Pra quê tanto medo?

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Mudanças costumam assustar outras pessoas, mas não você! Está com medo do quê, afinal? Relembre quanta coisa fora permitida crescer e existir em você, para que muitas mudanças ocorressem. A quantidade de flores que nasceram e hoje formam um imenso jardim em seu coração, atraindo borboletas e enfeitando tua árvore, que floresce uma vez por ano.

Linda! Não temas teu destino, você já devia ter aprendido essa lição. Não cabe a você controlar e tentar segurar nada. Deixar fluir sempre foi a melhor opção. O rio já sabe muito bem o seu curso. Ele sabe até onde ir e sabe onde vai desaguar no mar. Por entre o caminho ele se estreita, alarga e vira queda d’agua. E por acaso você o vê chorando por sim?

Sim!

Então chora se está com medo. Mas cante e dance para que ele se dissolva em suas verdades, sua crença e esperança.

Deixe vir!

Já sabe, nada é eterno, mas tudo é!

Hoje é para sempre, amanhã é o sempre! O “depois” a gente descobre.

 

 

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#NapaulaTakesSP – Dicas para cuidar das roupas sozinho

washing-machine[1]Como vocês sabem, eu saí de casa há quase um ano e tô morando em SP, não sozinha, mas não moro mais com meus pais. Sei que muuuuita gente já passou por essa fase, mas tem gente passando por esse processo agora, ou então com planos de passar. E assim, eu não sou mimada, nunca fui, sempre ajudei nas tarefas domésticas desde criança, mas quando fui morar sozinha eu me dei conta de que nunca tinha lavado minhas roupas.

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Não tenho vergonha de falar, não sou nenhuma acomodada, mas como minha mãe acumulava as roupas de todos em casa pra lavar de uma vez e economizar água e energia, acabou que eu sozinha nunca tinha lavado, só mesmo minhas roupas íntimas e meias. É, pode parecer vergonhoso pra uma mulher de 23 anos nunca ter lavado suas roupas mas fazer o quê né, eu trabalho desde os 15, aquela ladainha todas que vocês já sabem, e eu sei que muita gente com a minha idade também é assim e não necessariamente é por preguiça.

Aí ok, fui morar sozinha, e numa cidade distante então não rolava levar minhas roupas pra minha mãe lavar, porque eu só vou pra lá uma vez por mês (e também porque aí seria cara de pau demais né hahahahah). Aí você me diz “nossa fia é só botar na máquina”, e eu te digo: fiote, experimenta jogar roupa colorida com roupa branca na máquina pra você ver o que acontece.

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Minha ~primeira vez~ lavando minhas roupas sozinha foi claro, com a ajuda da minha mãe, via whatsapp hahahaha. Não é difícil, longe disso, mas você tem que ter alguns cuidados que vão garantir que suas roupas estejam sempre gostosinhas e cheirosinhas, igual na casa da sua mamain. Abaixo, eu listo as dicas que eu aprendi e que podem ser úteis pra quem vai passar por esse processo também!

E outra, não precisa ter vergonha de admitir que você nunca lavou roupas sozinho, seu dia vai chegar, e sabendo as dicas necessárias você vai ver como é fácil e vai agradecer sua mãe pelo resto da vida :)

1 – Separando 

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O ideal, em tempos de crise hídrica, é você deixar acumular um pouquinho de roupa pra gastar menos água e etc. Aí, na hora de lavar, é imprescindível separar suas roupas. Eu separo em três pilhas: brancas, claras e escuras. Quando a roupa é branca mas com estampa colorida que pode soltar tinta, eu coloco no balaio de roupa clara. Roupas escuras não são necessariamente roupas pretas, mas sim roupas com cores médias ou vivas. Roupas brancas eu coloco as que são necessariamente brancas lisas ou com poucas estampas, toalhas e roupa de cama clara (mas toalha e roupa de cama eu lavo separado das roupas).

Depois de separar por cor é importante separar as peças delicadas, porque você não vai botar uma ~brusinha~ de seda pra lavar com uma calça jeans, né fia? E por fim, separar as muito sujas, que precisam de uma lavagem mais pesada.

2- Temperatura

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Você sabia que a água precisa estar na temperatura certa pra sua roupa não encolher? Eu não sabia e ainda bem que li antes porque senão ia ficar de barriguinha de fora. Água quente é pra manter a brancura das roupas e pra roupas muito sujas. Água morna é pra tecidos de cores claras e que não tem cores firmes (soltam tinta) e que não precisam ser passadas. Água fria é pra roupa que não tá muito suja, cores escuras ou vivas e peças delicadas. Na dúvida, é só olhar a etiqueta da roupa, lá geralmente tem a temperatura ideal.

3 – Escolhendo a função da máquina

Aí é meio intuitivo né? Só olhar nos botões da máquina qual que se adequa mais a roupa que você vai lavar.

4 – Botando sabão, amaciante e alvejante

Agora é botar os produtos de limpeza nos compartimentos certos. E acredite, invista num bom amaciante, isso vai fazer diferença depois na hora de passar e vestir a roupa. E aff, tão gostoso o cheirinho <3. Melhor comprar um mais caro e que rende mais do que comprar um vagabundo que não rende nada.

5 – Preparando pra botar as roupas na máquina

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Antes de jogar tudo lá como se não houvesse amanhã, verifique se a roupa tem manchas. Se tiver, é bom deixar de molho antes e esfregar pra sair a mancha (esfregar na mão, querida). Se for uma manchinha pequena, dá pra esfregar com sabão de coco ou detergente de pré-lavagem, se você for fresca #sabãodecocopride.

Ah, é importante também fechar zíperes, botões, amarrar cordões e prender ganchos porque eles podem estragar outras roupas. E claaaro, olhar todos os bolsos pra ver se não tem documentos ou dinheiro neles. Nada pior que ver uma nota de 100 conto boiando na máquina. Não que tenha acontecido comigo porque eu não costumo ter notas de 100 reais, só de dois mesmo. Mas mesmo assim né, olha antes. E ah, não coloca a roupa do avesso na máquina porque senão só o avesso que vai ficar limpo, e a bonita não vai usar roupa do avesso né? Só em casos de estampas especiais, que podem se danificar.

6 – Colocando as roupas na máquina

Não joga as roupas na máquina como se você tivesse arrumando as malas pra fugir de casa e tivesse socando tudo que dava dentro da mochila. Bota com cuidado ow, uma por vez, deitando elas em berço esplêndido na máquina. Elas precisam de espaço pra se mover, elas precisam de LIBERDADE querida. E depois, ajuste a água de acordo com a quantidade de roupa, não é pra afogar elas não. Desculpa, me exaltei.

7 – Botando pra secar 

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Pronto, você já deixou suas roupitchas na máquina, ela já lavou, torceu, centrifugou e agora é só botar no varal. Seja na secadora ou no varal normal, bote as roupas bem esticadas e com espaço, assim elas secam sem amarrotar e voilá, você não precisa nem passar (a menos que você seja neurótica igual a mim com roupa amarrotada). Prontinho, você agora tem roupas limpas e cheirosas pra vestir!

PS: eu boto minhas lingeries (não as mais sensíveis e rendadas, rsss) na máquina junto com as roupas delicadas. Antes dou uma esfregadinha com sabão de coco se precisar, e elas saem limpinhas e cheirosas, quase secas, direto pro varal.

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Espero que minhas dicas ajudem, e espero poder dar mais dicas úteis pra vocês!

Incapaz de ir

florminha

Não vou fugir, nem mentir. Felicidade acima de tudo. Está feliz? Teu coração canta? Então seja leve, se eleve.

Não corto caule de flor. Flor nasce, renasce, floresce.

Encanta, perfuma, ilumina, espeta, atrai abelhas que picam, mas também fazem mel.

Fica velha, resseca, queima as pontas, morre. Cai. Acaba.

Enquanto tem outra brotando, florindo, rindo.

E o casal na varanda amando, sonhando, temendo, morrendo.

Correndo. Correndo da pressa. Querendo tempo, paz, serenidade.

Sendo em duas apenas liberdade.

Jaqueta rasgada

explosionss

O bolso dessa jaqueta sempre foi largo, espaçoso. Costumava carregar mais do que parecia conseguir, mas no fundo sempre tinha uma brecha de folga, para tudo se acomodar. Era confortável, abrigava muito bem qualquer sentimento, sempre dando preferência para os que eram bons e traziam paz.

As vezes pesava o peito, andava um pouco de lado, tombada, mas o desconforto nunca crescia. Só aparecia pra lembrar que existia e depois ia embora. E a jaqueta sempre muito bem vestida, no corpo de quem a carrega.

Os amigos já diziam, “teu estilo é amor”!

Vida nova.

Não. A verdade é que a vida fora renovada com a sinceridade do coração.

Permissão.

Carinho novo. Sentimento leve. Cabe tranquilamente no bolso, ocupa bem o espaço e ainda aconchega o peito. Sentimento bom.

Bom demais.

Ela gosta muito de gostar dele e gosta mais ainda de senti-lo.

Ele cresce. Cresce muito.

Agora ele pesa. Quanto mais se gosta, mais pesado fica. Fica grande, fica pequeno, fica leve e fica muito pesado.

Fica muito grande.

Rasgou o peito.

Pronto.

Bolso novo.

Não tem mais jaqueta. Tem peito aberto.

Tarde de luar

scream

Parece, em tempos, que a causa está perdida. Parece que as pessoas estão sem chances, que as mudanças são sem voltas e que não há voz.

Parece que seremos calados.

Tem jeito de retrocesso, tem jeito de desilusão. Parece que o mundo vai cair em anarquia, que a desordem vai tomar conta da sociedade. Parece que não haverá mais chances para nós.

Estão tentando sufocar o amor, esganando-o sem dó. Gritando na cara dos amantes que aquilo que move suas vidas é em vão. Em vão não beleza. Em falsidade não há mistério.

Somos governados por corações estéreis.

Tentam matar o amor, existem corações que são incapazes de gerar filhos e compaixões e somos proibidas de sermos mães. Um filho na hora errada impede uma mulher de gestar.

Donas do corpo.

Estado não pode ser dono de nada. Estado organiza a vontade de todos. Estado não delimita.

Você é livre?

Até onde vai tua liberdade?

Se abusar de seus conceitos tu não serás empregado. Experimente não ter um emprego.

Representantes?

Prefiro confiar em mim mesma.

 

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O que não cabe mais no peito

 

explosion

É intenso demais. É forte demais! Tem por um mundo inteiro de ceticismo, dentro do peito dessas duas paixões. A paixão é parte integral, quente, maluca, brega e melada do amor. Quando há amor, em São Paulo, Minas, Guará ou onde for, há paixão.

Escandalosa em sua simplicidade, berra em teu silêncio discreto, é cor misturada que forma o branco. É pássaro de luz, é raio de flor. Brisa suave. Mar agitado. Cachoeira de paz e céu de carinho.

Sinestesia à dois.

Um casal.

Duas pessoas.

Um ser só.

Ser de luz.

Quando beijar é pouco. Declarar também. Toques que não cabem na palma das mãos.

Lágrimas que cantam emoções. Tá pouco.

Risos. Seriedade. Cumplicidade. Sincronismo. Companheirismo.

Amor.

Quando sorrir já não for mais o bastante, ame!

Voa mente livre

liiight

Dentro da redoma de cristal moravam duas luzes. Enquanto uma diminuía a intensidade, a outra brilhava por ela, e assim viveram por muitos dias, por muitas noites. O convívio era bom, havia equilíbrio de energia dessa forma. Ambas se complementavam, ambas se igualavam. Não dava para dizer qual das duas brilhava mais.

Em algum momento, elas se fundiram, praticamente. Ficou difícil distinguir onde uma começa e outra terminava. Foi bonito por um tempo.

Por um tempo.

Essas luzes eram parecidas em muitas coisas, se completavam muito bem, se equilibravam melhor ainda mas, cada uma tinha uma centelha de brilha particular. De alguma forma, cada uma era especial.

Então, quando se confundiram dessa forma, em um certo momento, uma delas resolveu partir. Sair para brilhar em outra escuridão, para ofuscar em outra luz do dia. Era uma despedida, um fim de um ciclo, o começo de um novo.

A luz que ficou brilhou com toda sua intensidade, ofuscou com todo o seu brilho.

Apagou.

Acendeu.

Passou a brilhar por ela.

 

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11 marcos da adolescência na primeira década de 2000

The-OC

Nós temos 20 e poucos anos e ainda somos jovens. Nossa adolescência acabou há mais ou menos cinco anos, mas, com a velocidade de informação do mundo atual, bastante coisa mudou, e mesmo que não faça tanto tempo assim, a primeira década dos anos 2000 já deixou saudade nos nascidos no início de 90 e que puderam aproveitar essa época.

Já que quem nasceu nos anos 70 e 80 tem um monte de histórias pra contar, nós também temos a nossa. Não participamos do movimento hippie, grunge, mas tivemos nossa própria época, que foi muito boa obrigada.

Eu nasci em 1991, então, aproveitei muito a primeira década do milênio, e fiz uma lista inspirada no post da Vic do Borboletando sobre os anos 90, pra fazer a minha sobre os anos 2000. Venham sentir saudades comigo?

 

1 – Séries de TV

As séries adolescentes tiveram uma influência muito grande nos anos 2000. Claro que elas já existiam nos anos 90, mas graças a popularização da tv por assinatura elas ficaram mais famosas, e pra quem não tinha tv a cabo, o SBT exibiu muitas delas que marcaram a minha geração.

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