#PequenasGrandesVitorias: aprender a se aceitar depois da adolescência

Oi pessoal, hoje temos novidade! Eu e a Denise vamos fazer uma série semanal, sempre às segundas e terças, chamada #PequenasGrandesVitorias, onde vamos compartilhar com vocês nossas vitórias que podem parecer pequenas, mas são grandes revoluções pra gente. E a ideia é que vocês compartilhem as vitórias de vocês. Qualquer vitória que seja significativa pra você, algo que te fez crescer, que te fez ser uma pessoa melhor, que te fez superar seus medos e inseguranças. E queremos estimular todo mundo a superar seus medos. Fez uma tatuagem? Se matriculou num curso novo? Saiu da casa dos pais? Vendeu ou doou algo que tava apegado e não usava mais? Cortou o cabelo? Qualquer coisa, qual é a sua pequena grande vitória? Vou falar hoje de um trauma de adolescência que eu tinha com o meu corpo na adolescência.

Eu fui uma criança gordinha, bochechuda, minha mãe é da geração que acha que criança bonita e saudável é criança gordinha. E eu era fofa mesmo, modéstia a parte. Mas aí, quando você chega lá nos seus 11, 12 anos, tem algumas meninas da turma que já começam a modelar o corpo e entram na puberdade mais cedo, e outras ainda continuam com o biotipo e a carinha de criança. Esse era meu tipo, eu não era exatamente gordinha, mas meu corpo ainda era fofinho de criança e eu não ligava muito.

1003945_10200279102130557_1719695411_nMas aí que adolescente é bem cruel e começaram os primeiros comentários, e os meninos não se interessavam por mim, aí isso começou a me incomodar. Pedi pra minha mãe que eu queria fazer exercícios físicos. Ela me botou em natação, basquete, handebol, ao mesmo tempo. Só que o porém é que eu nunca fui boa em nenhum desses e fazia odiando, mesmo assim. Uma coisa que nunca deixei de fazer foi de comer, e como eu tava em fase de crescimento, perdi peso rápido. Fiquei magrela, mas a minha vantagem é que sempre tive muita bunda então não dava pra perceber.

Aí o corpo estava ok (exceto pelo fato de que minha falta de seios me incomodava DEMAIS, e incomodava até pouco tempo atrás). Mas aí tinha o cabelo, eu não sei em que momento passei a odiar meus cachos e lá pelos 14 anos implorei pra ganhar uma chapinha. Ganhei e com o cabelo liso confesso que fiquei mais “confiante”. Bom, eu achava. A pressão da adolescência, de ser popular, bonita, legal, inteligente, tudo isso mina a gente de inseguranças que a gente não precisa ter nessa idade. Eu deixei de aproveitar tanta coisa porque ficava presa tentando me adequar a algo que eu não era. Eu sempre fui tímida, não adiantava querer forçar a barra pra ser popular porque não ia rolar rs. E quem não passou por isso? Pra vocês terem noção, eu não tenho foto da minha adolescência. Nenhuma.

Só que essas inseguranças perseguem a gente por anos. Na faculdade eu tentava segurar a onda, mas meu corpo, cabelo, pele, etc, minha imagem me incomodava. Foi a fase que eu fui mais magra, hoje eu vejo as fotos e fico assustada. Eu não deixava de comer, mas comia mal, sempre que sentia que tava engordando cortava um monte de coisas em silêncio. Nunca foi nada doentio, porque eu perco peso muito fácil, mas poderia ter sido, não? Claro que poderia. A gente faz as coisas e não pensa nas consequências que isso pode trazer.

388859_2177077916838_1689442737_nNo último ano de faculdade eu disparei a engordar, a ansiedade do TCC e o estágio me fizeram comer muito. Pela primeira vez, porque minha ansiedade foi sempre um inibidor de apetite. Eu nunca tive realmente medo de engordar porque eu sabia que eu conseguia emagrecer rápido, mas quando tudo passou e eu terminei a faculdade eu vi que tava com, sei lá, uns 6kg a mais. Aí resolvi tomar jeito e entrar na academia e comer direitinho. Nessa época eu fiquei com o corpo que eu queria, porque eu nunca gostei de ser magrela.

Aí no ano passado, o stress do trabalho, o descontentamento com o rumo que as coisas tavam tomando na minha vida me fizeram entrar na pior crise que eu já tive. Eu tava com um corpo legal, indo na academia sempre, feliz com ele mas infeliz com a vida e isso refletiu rápido. Não comer direito me desencadeou uma gastrite crônica, mas que tava controlada e aí acabou estourando de novo. O resultado foram uns 6kg perdidos numa média de 10 dias, pra quem é magra e tem massa muscular isso é muito. Eu vejo as fotos dessa época e fico apavorada e penso que nunca mais quero ser assim. Não tinha barriga e nem peito, bunda, perna, nada. O resultado foi me cuidar e correr atrás do kg perdidos, que felizmente já encontrei.

Por que tô falando isso? Porque essa crise toda foi reflexo de tudo o que eu vinha me cobrando nos últimos anos, e ainda me cobro. Mas hoje eu sinto que tô na melhor fase, do meu corpo e da minha cabeça. Uma coisa que nunca consegui, que é me achar sexy, hoje consigo. Eu não tenho a barriga tanquinho do instagram, mas me olho no espelho hoje e me sinto bem. Com meu cabelo também, ainda não me livrei da chapinha pela comodidade que ela me dá (meu cabelo não para quando tá cacheado) mas hoje consigo sair com meus cachos quando quero. Coisa que não fazia há uns 10 anos. E outra, cortar o cabelo foi uma pequena revolução pra mim, que foi o que começou com a minha aceitação. Meus seios pequenos hoje são um motivo de orgulho porque eu vejo que eu não preciso ser igual a ninguém pra que me achem bonita. O mais importante, eu me acho bonita e consigo lidar com as minhas insatisfações com muito mais maturidade hoje.

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E você, ainda carrega em si a adolescente insegura e insatisfeita? Vou te falar, a melhor coisa é deixar ela pra trás! Você aprende a ser feliz de verdade <3 É muito mais que engordar ou emagrecer, é realmente se sentir feliz pelo que você é, sem rótulos. Eu era bem magra e não me sentia bem com isso, mas só fui ver quando emagreci porque fiquei doente. Hoje eu não me sinto nem gorda e nem magra, tô no meu ideal, no corpo eu gosto, com curvas, com perna grossa sim, com bunda sim, sem peito sim hahahaha. E muito feliz com isso <3

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Bocas

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Quando as portas da perseguição são abertas, os espaços entre amizade e amor são esgotados instantaneamente. Após abertas, o perímetro da solidão pode se tornar menor. Insere-se nela.

Em funcionamento, as falas e os gritos trazem paz, trazem horror. Derramam promessas e disseminam temor. Perto de quem sabe ouvir, venenos se destilam, enquanto a ternura é desperdiçada. Longe de quem tem a sensibilidade, as palavras podem ferir sem se sentir.

As pessoas falam demais.

Os ruídos são constantes.

Os sons viram barulhos. Muitas informações se perdem em meio a gritaria de emoções. São inúmeras confusões que tentam transmitir a tormenta da alma. A tormenta que traduz o abismo que existe no meio do cérebro e da áurea.

Muitas bocas podem matar. Elas podem matar a compaixão, a solidariedade, a democracia, a razão.

 

Foto: Tumblr.

Dica de livro – Minha mãe é uma peça

Olá phynas, hoje tenho mais uma dica super legal! Acho que muita gente que nos acompanha aqui no blog já assistiu o filme: “Minha Mãe é uma Peça”, mas para quem ainda não assistiu super recomendo, porque é muito engraçado. Duvido que de você não vai identificar sua mãe na dona Hermínia, interpretada pelo ator (Paulo Gustavo), ela é muito todas as mães ahhaahah. Mas como não bastasse esse filme que é demais, agora foi lançado também tem o livro!

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“Além de histórias inéditas, a obra traz fotos e ilustrações da mãe de Marcelina e Juliano (nomes fictícios dos filhos da personagem inspirada em Dea Lúcia). Em texto informal, Dona Hermínia fala sobre sexo e dietas, ensina como navegar na internet, apresenta seu guia de viagens, conta o segredo para se dar bem com o ex-marido… E dá dicas sobre como criar a prole. Sobre o último ponto, existe, sim, uma fórmula.’’ (fonte extra.globo.com)

Já dá para sentir que essa leitura deve ser daquelas que tipo a gente quer ler tudo de uma vez até acabar e morrer de rir, e ao mesmo tempo devagar para esse livro não acabar nunca mais!

Eu vou garantir o meu e logo venho contar para vocês o que achei. E quem já leu, corre e vem aqui me contar!

Beijinhos ;*

Quatro formas de aprender inglês de graça pela internet

Eu sempre gostei muito de estudar desde criança, e sempre fui muito curiosa pra aprender inglês. Mesmo antes de fazer curso, eu aprendi muita coisa sozinha, mas estudar inglês mesmo eu só fui aos 19 anos, quando já tava na faculdade. Não tem jeito, o mercado exige inglês, e na escola a gente acaba não dando o valor necessário pra matéria (ou a escola não dá valor mesmo) e acaba que a gente tem que buscar por fora. Só que curso de inglês é caro, exige dedicação, e tem gente que não tem condições de fazer mesmo.

Eu fiz quase quatro anos de inglês regular, em curso, tudo bonitinho. Mas aí mudei pra São Paulo e com a correria da mudança, adaptação, novo emprego e o pior, as dívidas que surgiram por morar sozinha, me fizeram parar. Mas inglês é prática, você aprende, mas se não praticar ele acaba “enferrujando”, e o mais difícil pra quem não fala inglês fluente é a confiança de conversar (ou mesmo escrever) sem ter medo de errar. E isso só vem com a prática, mesmo já tendo estudado um tempo, eu ainda tenho receio quando preciso me comunicar em inglês. Mas como eu disse, não tô em condições agora de voltar a pagar um curso, então, a mãe internet está me ajudando a voltar a estudar, e se engana quem pensa que só tem opção paga.

Separei quatro sites muuuuito legais pra aprender desde o básico pra quem não sabe quase nada e pra praticar pra quem já tem um domínio. Mas é aquilo, tá na palma da sua mão, mas você precisa se dedicar, senão o negócio não anda, né? Espero que minhas dicas ajudem vocês tanto quanto elas tem me ajudado! E se alguém tem dicas, só botar aí nos comentários.

1 – Duolingo

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Esse é o site/app mais completo, fácil de usar, intuitivo e bonito entre todos que ensinam inglês. E ele é totalmente grátis. Eu sou apaixonada pelo Duolingo, porque ele ensina desde o mais básico até os níveis mais avançados, de uma forma muito simples. E ele funciona no computador, no celular e no tablet, ou seja, você pode estudar até no ônibus. E o layout dele é muito fofo, limpo e fácil de usar.

O Duolingo tem várias funções. Você tem lições e níveis, e você configura o seu Personal Trainer (uma corujinha fofa demais) que vai delimitar a sua meta de estudos diária. Isso é bom pra se organizar e dedicar pelo menos 15 minutos do dia pros estudos. E se você não estuda aquele dia, ele te manda e-mail avisando. As lições são separadas por tema, e dentro de um tema você aprende vocabulário, gramática e pronúncia. Os exercícios são em forma de quizz, pra você escolher a palavra certa, pra você traduzir frases e palavras e pra você falar algumas frases e expressões pra testar a pronúncia.

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Tem outras áreas também, como a Imersão, que é pra quem já tem um nível mais avançado ajudar a traduzir textos da internet. O mais legal é que você pode escolher o tema que você quer e ele mostra vários textos disponíveis. Aí outros usuários corrigem o que você traduziu e você ganha pontos e lingots (que são tipo moedas que depois você pode comprar exercícios e vocabulários extras na loja do Duolingo).

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O mais legal de tudo é que eu descobri que o Duolingo tem certificação reconhecida internacionalmente, assim que você avança um nível ele te oferece certificação. Mas se você quiser, você pode fazer a prova, que custa 20 dólares, e ter certificação oficial de inglês. Pra fazer a prova, é só clicar aqui: https://testcenter.duolingo.com/

Se você quiser aprender outros idiomas, você pode aprender espanhol pelo Duolingo (a partir do português) e vários outros idiomas, como alemão, italiano, francês, etc. Só que aí você já tem que falar inglês, porque esses são cursos beta e ainda não tem versão em português, só a partir do inglês.

2 - Livemocha

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Eu conheci o Livemocha quando eu comecei a estudar inglês, mas como tava na faculdade e fazendo curso, acabei deixando pra lá. Mas o Livemocha é uma rede social pra aprender idiomas, não só inglês. Nele, você pode fazer vários cursos, de vários níveis, e o legal é que você pode estudar com outras pessoas ao redor do mundo.

livemocha1Você pode ter partners nativos do idioma que você tá aprendendo e eles te ajudam, conversam com você, corrigem seus exercícios. O mais legal é que você pode acabar fazendo amigos e praticando bastante sua pronúncia.

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Você começa com algumas moedas e isso te dá direito a comprar alguns cursos, assim que você vai avançando de níveis você ganha mais moedas e pode ir comprando mais cursos. Isso estimula o estudo porque aí você vai querer mais moedas pra aprender mais.

3 – BBC Learning

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Esse curso é muito bacana e é oferecido gratuitamente pela BBC. Ele é pra quem já está mais avançado, porque ele é totalmente em inglês. Mas pra quem já tem domínio as lições não são tão difíceis.

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A maioria das lições é baseada em notícias reais, e elas tem conteúdo multimídia de áudio e vídeo pra tradução e compreensão. É bem focado em gramática e interpretação de texto, e todas as lições tem quizzes pra você testar seus conhecimentos. E eles tem um módulo focado só em pronúncia, além de um vocabulário muito completo e muitas lições de gramática.

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Ele é ótimo pra quem quer aperfeiçoar ou aprender o inglês britânico.

4 – Inglês de Bolso

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Eu conheci o Inglês de Bolso pela minha amiga Alyce Takai e foi amor à primeira vista. São videoaulas curtinhas, de 5 a 10 minutos, com a Bianca Urata e o Fernando Sprovieri onde eles explicam de forma muuuuuito legal, leve e engraçada o inglês. Tem vídeo novo toda segunda-feira, mas no site deles você encontra os pdfs de todas as aulas além de poder participar das discussões com outros alunos. Mas o mais legal mesmo é se inscrever no canal do Inglês de Bolso no Youtube pra não perder nenhum vídeo.

Agora eles estão no módulo intermediário, mas tem desde o básico e tem aulas extras, como pra época da Copa, com expressões que vão te ajudar e muito a se virar no exterior. E o melhor, sério gente, eles são muito engraçados hahahahah.

Bom, desculpem pelo post suuuuper extenso, mas tenho certeza que isso vai ser útil pra vocês! Espero que tenham gostado!

Have a nice day, guys <3

 

Dica de filme: Simplesmente Acontece

Quem ai gosta de uma boa comédia romântica, tipo “filme de mulherzinha”? hahahaha

Aqui no Sou Phyna, nós estamos loucas para assistir o filme: “Simplesmente Acontece’’, que tem sido super bem comentado, principalmente nas redes sociais. Como esse tipo de coisa acontece na vida real, muitas pessoas se identificaram com esse filme de um modo geral.

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Rosie e Alex são muito amigos desde a infância dividem segredos, sonhos e as dificuldades da vida. Mesmo existindo a química entre eles, os jovens colocam a amizade acima de tudo. (quem nunca né gente?). Mas nada que a distância não faça esse amor se juntar rapidinho. Alex decide aceitar o convite para estudar em uma universidade nos Estados Unidos, e lá ele acaba encontrando uma namorada. Rosie também arruma um namorado, já que ela ficou. Mas meu bem, quando é o amor o destino dá um jeito né?

O que mais rolou a identificação é que todos já tivemos, ou temos, um amor antigo que acaba nunca dando certo, e aí, um belo dia, ele acontece. Não sei se vocês acreditam, mas quando não é pra acontecer, não adianta, sempre vai ter alguma coisa que atrapalhe. Mas se for pra vocês ficarem juntos, o destino se encarrega de juntar os dois de novo, como no filme!

Pelo que lemos do filme já gostamos e vamos correndo pro cinema, então você também, chame seu namoradinho, sua best friend, ou vá sozinha, mas vá curtir esse lindo romance no cinema!

Minha nova obsessão: House Of Cards

Novamente tô aqui pra indicar séries que fiquei obcecada porque esse é o meu jeitinho sim. Eu tenho a mania, que não sei se é boa ou ruim, de assistir as séries de uma vez só e quando elas acabam eu fico órfã e não sei pra onde ir, não sei o que dizer apenas sentir.

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Bom, depois ter terminado a última temporada de Downton Abbey, e como vocês sabem  minha maior paixão da vida, resolvi ceder ao buzz e começar House Of Cards. A terceira temporada foi lançada em fevereiro e desde então não se fala em outra coisa. Confesso que tenho preguicinha de séries que geram muito buzz, gosto de ver depois que a poeira baixou, pra não ser tão influenciada. Porém, fiquei curiosa e resolvi ceder. E olha: não me arrependo.

Em três dias (assistindo só a noite, depois do trabalho) terminei a primeira temporada e fiquei sem fôlego, sem reação, sem estruturas. Aí vem a segunda temporada com dois pés no meu peito  destruir o que eu ainda tinha de vida. Sem lenga lenga, é uma das melhores  séries atuais.

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Pra quem tá total por fora: House of Cards é uma série original do Netflix, que gira em torno da Casa Branca, da presidência dos Estados Unidos e do Congresso Americano. Mas o personagem principal não é o presidente, e sim o deputado Francis Underwood, ou Frank, pros íntimos. Frank é inteligente, frio, calculista e extremamente estrategista. Ele sabe bem que poder vale muito mais que dinheiro, e faz de tudo pra aumentar o seu. De tudo MESMO. Sem escrúpulos, sem arrependimentos, sem dramas. Ele tira do caminho qualquer um que possa atrapalhar seus planos. Só que tudo isso com muita inteligência e estratégia, como um jogo de xadrez, e com muita destreza e cuidado, como um castelo de cartas.

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Aí você me fala “aff que homem horrível, vou odiar”, SÓ QUE É IMPOSSÍVEL ODIAR O FRANK. IMPOSSÍVEL, de verdade. Eu me sinto muito mal por isso mas é impossível. Muito se deve ao fato de quem interpreta o Frank ser o maravilhoso Kevin Spacey, o carisma dele é inegável e ele transforma o Frank num personagem carismático (por incrível que pareça) e sarcástico. E ele fala pra gente, que tá assistindo (quem vê sabe do que eu tô falando). Eu fico DESGRAÇADA DA MINHA CABEÇA a cada episódio e não consigo largar.

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Enfim, as três temporadas estão completas no Netflix e só comece sabendo que você vai viciar e não vai mais querer ter vida social. Ah, e esqueci de falar, você vai amar e querer ser a Claire Underwood, é impossível não querer ser ela.

De ontem para hoje

pé no chão

As ruas não representam medo e nem solidão. Os carros não andam para me atropelar, a chuva não vem para o dia chorar comigo. As noites são para dormir, ou fingir. O álcool é pra ser compartilhado, e o verbo para ser praticado sem ser sozinho.

Amor, breve e duradouro sentimento. Furacão que vira a vida para a lua, usando de um praça, uma fogueira e muitos sorrisos.

Um dia o que tudo assustou, agora é presente do inusitado. Um tempo em que se pedia surpresas, hoje vive-se a espontaneidade.

A vida que lhe surrava como princesa, hoje lhe colhe como flor, que de tão efêmera, dança ao cantar da felicidade de sete letras.

 

Foto: Tumblr.

O câncer e suas marcas

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O fato é que não preciso colocar sempre a minha revolta contra o câncer, e o quanto ele me deixa nervosa, triste e me faz sentir um nada todas as vezes que ele leva alguém. Eu o odeio por me fazer conhecer isso, por me fazer ver a morte de perto todos os dias e por tirar pessoas maravilhosas de perto de mim.
“A cada pessoa o câncer leva, uma esperança a menos, um medo a mais.”

Gabriela V. Bombonati

Acessórios legais para usar no outono e inverno

Tem aquele ditado que “o inverno deixa as pessoas mais elegantes”, né? E em parte, ele se deve aos acessórios que a gente pode usar nessa estação, porque o frio permite que a gente “se monte” mais! Separei alguns que estão em alta nesse inverno pra você se inspirar!

Toucas beanie

Eu vou confessar que nunca fui fã de toucas. Sempre achei uma coisa meio masculina pro meu estilo, e nunca gostei de acessórios na cabeça mesmo. Mas no inverno, nos dias mais frios, a gente acaba sentindo falta de alguma proteção pra cabeça e para os ouvidos, porque é quase impossível não sofrer com dores de ouvido nessa época. E isso é horrível, convenhamos.

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Mas esse modelo de touca que tem feito a cabeça (desculpe o trocadilho ridículo) das meninas lá fora, virou meu desejo de moda pra esse inverno. Estou falando da touca beanie, que são aqueles modelos de touca grandes, que ficam folgadinhos na parte de trás. Elas têm de diversos modelos de pontos de tricô, as com trançado furado, lisas, trançadas, bordadas, plissadas e as de ponto simples. Além de serem estilosas, são quentinhas e perfeita para os dias mais frios. Os modelos mais românticos podem ser usados com vestidos e saias, os modelos maiores e masculinos podem vir acompanhados de jaquetas e trench-coats.

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O charme da touca beanie é o volume que ela forma no alto da cabeça, então, se você não quer que o volume fique apontando pra cima, escolha modelos com o trançado plissado ou bordado, que elas são mais “pesadas” e fazem com que o volume caia por cima do cabelo. Dessa forma, ela fica mais parecendo uma boina que uma touca, e ajuda a dar um ar mais romântico à produção.

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No Brasil, ainda é difícil de encontrar esse modelo, mas na internet existem várias lojas e pessoas que fazem por encomenda. Se você tem aptidão para crochê ou tricô, o que não faltam são tutoriais pra que você faça a sua própria touca beanie. (mais…)

Rótulos que não sei

mulher

A menina nasce moça, predestinada a ser mulher de bem, da igreja, da sociedade, de família. Cheia de bons requisitos a serem admirados por grandes homens, sábios em suas atitudes e escolhas. Há uma outra classe de meninas que quando nascem, traçam seu próprio destino. Saem do eixo de vez em quando, roubam livros de literatura para conhecerem o mundo, escutam sinfonias e sambas. Experimentam a boemia.

Essas meninas são livres de si mesmas, prontas para viverem, cientes de que têm um corpo, mas que não o são. Essas meninas não são bem quistas.

As que sabem se divertir, como um homem faz, não são, de forma alguma, para casar. As que descem as escadas, segurando um terço, com um vestido branco, que encobre a fúria e os desejos mundanos da alma, essas são. As que vestem a hipocrisia das aparências. As meninas, na sociedade, são proibidas de serem mulheres.

As mulheres, na sociedade, são livres para serem meninas quando bem entendem. Elas são evoluídas ao ponto de compreensão de que isso não é um cachimbo. São damas, são princesas, são reais. Donas de uma inteligência imensurável, de um coração aberto para amar. Corajosas o bastante para se jogarem de cabeça, errar, e tentar mais uma vez.

São seres humanos livres, encantadores e sensíveis. São incríveis.

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Fotos: Umserpensante; Divadepressao

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